SETEMBRO 20TH, 2006
Por W3Z

Fonte: IDG Now
Como qualquer outro adolescente interessado em informática, Rodrigo Rubira Branco é um que aprendeu sozinho a usar o computador, motivado por programas usados no seu colégio primário.
O destino de Rubira, porém, passa longe dos jovens usuários que aplicam ferramentas crackers encontradas na internet em pequenos golpes online por diversão.
O grande interesse por segurança, somado ao autoproclamado “apoio constante a atitudes lícitas”, fizeram de Rubira um expert em ameaças digitais ou, como gosta de definir, um hacker do bem.
Atualmente empregado no setor de desenvolvimento de uma grande multinacional de tecnologia, o hacker de 22 anos foi escalado como o primeiro brasileiro a proferir uma plestra na DefCon, feira de hacking que aconteceu no começo de agosto em Las Vegas.
Nesta entrevista, Rubira afirma que a alta incidência de ataques no Brasil vem tanto da impunidade como da visão romântica da sociedade e traça caminhos para hackers brasileiros além dos golpes virtuais.
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SETEMBRO 20TH, 2006
Por W3Z

Fonte: Forum PCs
O Ministério das Comunicações vai usar os 3.200 pontos do programa Governo Eletrônico-Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac) para oferecer à população a possibilidade de fazer ligações telefônicas gratuitas pela internet utilizando a tecnologia Voz sobre IP (VoIP). A idéia, segundo nota distribuída há pouco pelo Ministério, é de que, até o fim do ano, o serviço de transmissão de voz pela internet (VoIP) esteja instalado nos pontos do Gesac, presentes em cerca de 2.000 municípios em todo o País.
A tecnologia VoIP começou a ser difundida no Brasil nos últimos anos e tem-se apresentado como uma grande concorrente das empresas de telefonia fixa.
O Gesac já oferece acesso gratuito à internet e está conectado, na maioria dos pontos via satélite. “O objetivo do Ministério com a ação é oferecer uma alternativa de comunicação às famílias que não dispõem de linha telefônica em casa e também fortalecer a comunicação entre os usuários do Gesac e deles com o Ministério”, diz a nota. Os 3.200 pontos do programa estão instalados em escolas, aldeias indígenas, quilombolas e centros comunitários.